Horários de Missas

Terça à Sexta, às 18h.
Sábado, às 16h.
Domingo, às 8h30,11h e 19h.

Notícias da paróquia › 09/11/2017

Vós sois sal da terra e luz do mundo (Mt 5,13-14)

Na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, deste ano, da 26 de novembro, terá início, no Brasil, o Ano do Laicato que irá até a mesma Solenidade em 2018. Como no passado, antes da reforma litúrgica do calendário, esta solenidade vem sendo retomada como comemoração da vocação laical. De fato, Jesus Cristo é Senhor da história e conduz todas as coisas no mundo – não somente no interior da Igreja – para o Reino definitivo.

Na contemplação e vivência deste mistério insere-se de modo especial a vocação laical. “Aos leigos compete por vocação própria, buscar o Reino de Deus, ocupando-se das coisas temporais e ordenando-as segundo Deus. Vivem no mundo, isto é, no meio de todas e cada uma das atividades e profissões, e nas circunstâncias da vida familiar e social, as quais como que tecem a sua existência. Aí os chama Deus a contribuírem, do interior, à maneira de fermento, para a santificação do mundo, através de sua própria função; e, guiados pelo espírito evangélico e desta forma, manifestarem Cristo aos outros, principalmente com o testemunho da vida e o fulgor da sua fé, esperança e caridade.” (Concílio Vaticano II, Lumen Gentium nº 31). Podemos assim dizer que a vocação laical é uma das mais expressivas manifestações de uma “Igreja em saída”.

Cristãos leigos e leigas, sujeitos na “Igreja em saída”, a serviço do Reino. As ações para reavivar o protagonismo dos leigos e leigas passarão pela promoção de Seminários Temáticos nos Regionais da CNBB; reflexões e subsídios para as celebrações, catequese e comunicação; desenvolvimento de atividades que culminem na realização de um encontro nacional com o laicato no encerramento do ano (Solenidade de Cristo Rei de 2018); dialogar com os diferentes sujeitos da sociedade, promovendo a cultura do encontro e o cuidado com a vida e o bem comum, na esperança de que outro mundo é possível.

Dentre os legados no âmbito civil, espera-se promover mecanismos de participação popular para o fortalecimento do controle social e da gestão participativa (Conselhos de Direitos, Grupos de Acompanhamento ao Legislativo, Iniciativas Populares, Audiências, Referendos, Plebiscitos, entre outros), além de mobilizar a sociedade brasileira para a realização da auditoria cidadã da dívida pública. Uma “Igreja em saída” requer ousadia!